Plantão Informativo Rádio Campos Neutrais
Referente Semana do 20/09/2026
INFORMATIVO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Vitória do Palmar e Chuí informa aos seus associados e à comunidade sobre os atendimentos médicos e odontológicos disponibilizados na sede da entidade.
O médico clínico geral Dr. Cassius realiza atendimentos todas as sextas-feiras, enquanto a Dra. Andréia Meireles, médica geriatra, atende uma vez por mês, mediante agendamento.
O Sindicato também conta com os serviços da Dra. Leiziane Barreto, cirurgiã-dentista, do Dr. Marcos, cirurgião-dentista, e do Dr. Daniel Bacelo, médico clínico geral.
A sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais está localizada na Rua Dom Diogo de Souza, número 411, em Santa Vitória do Palmar.
O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 11h30 e das 13h30 às 17h30.
Mais informações e agendamentos podem ser obtidos pelo telefone e WhatsApp (53) 99900-1854.

DITR 2026: PRODUTORES RURAIS DEVEM FICAR ATENTOS AO PRAZO PARA A DECLARAÇÃO
Atenção, produtores e produtoras rurais! O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Vitória do Palmar e Chuí alerta para o prazo da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, a DITR 2026.
A declaração é obrigatória para pessoas físicas ou jurídicas que possuam imóvel rural.
O prazo para realizar a declaração começou no dia 10 de agosto e termina em 30 de setembro de 2026.
Uma novidade destacada pelo Sindicato é que, agora, quem possui 100 ou mais hectares deve realizar a declaração exclusivamente pelo Gov.br.
Devem declarar o proprietário, o titular do domínio útil ou o possuidor, a qualquer título, de imóvel rural.
Manter a declaração em dia é importante para evitar multas e pendências junto à Receita Federal, manter o CPF ou CNPJ regularizado e contribuir para o planejamento de políticas públicas voltadas ao meio rural.
Quem deixar de declarar pode estar sujeito a multa por atraso, juros sobre o valor do imposto e restrições no CPF ou CNPJ.
Em caso de dúvidas ou para receber orientação, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Vitória do Palmar e Chuí orienta os produtores e produtoras rurais a procurarem a entidade.
DITR 2026: fique atento ao prazo. A declaração deve ser realizada até 30 de setembro.

COTAÇÕES AGROPECUÁRIAS
E vamos agora com as cotações agropecuárias, com os preços médios recebidos pelos produtores no Rio Grande do Sul, segundo a Emater/RS-Ascar, referentes à semana de 14 a 18 de setembro de 2026.
• SOJA: R$ 140,83 — saca de 60 kg
• MILHO: R$ 61,98 — saca de 60 kg
• ARROZ: R$ 78,76 — saca de 50 kg
• BOI GORDO: R$ 12,44 — quilo vivo
• VACA: R$ 11,22 — quilo vivo
• SUÍNO: R$ 5,27 — quilo vivo
• CORDEIRO: R$ 14,86 — quilo vivo
E essas foram as Cotações Agropecuárias da semana, com informações da Emater/RS-Ascar, trazendo ao produtor gaúcho os principais preços praticados no Estado.

Notícias do Mercado Agropecuário
Exportações sustentam demanda por soja e milho no Brasil, enquanto mercado internacional acompanha avanço da safra americana.
O mercado agrícola encerrou a semana acompanhando dois movimentos importantes. Nos Estados Unidos, o avanço da colheita de soja e milho aumenta a oferta e exerce pressão sobre as cotações internacionais. No Brasil, por outro lado, as exportações continuam dando sustentação à demanda, especialmente para soja e milho.
Nos embarques de agosto, o Brasil exportou cerca de 9,6 milhões de toneladas de soja, enquanto os embarques de milho ficaram em aproximadamente 5 milhões de toneladas.
Para o produtor brasileiro, o mercado segue sendo influenciado também pelo câmbio e pelo comportamento das bolsas internacionais, fatores que continuam importantes na formação dos preços internos.
Fonte: Revista Cultivar e ANEC.

Mercado do Boi Gordo
O mercado do boi gordo segue sendo acompanhado de perto pelos pecuaristas do Rio Grande do Sul. Nesta semana, os levantamentos mostram diferenças entre as praças, mas mantêm o mercado gaúcho na faixa dos 12 reais por quilo vivo.
De acordo com o painel do NESPro, da UFRGS, atualizado em 16 de setembro, o preço do gado gordo ficou em R$ 12,75 por quilo vivo para o macho e R$ 10,90 para a fêmea. O mesmo levantamento aponta que o preço do terneiro ficou em R$ 15,40 por quilo vivo, enquanto o novilho de 13 a 24 meses foi registrado em R$ 12,29.
Na Região Sul, as referências também mostram diferenças entre as praças. No fechamento de 17 de setembro, a Scot Consultoria apontou R$ 12,70 por quilo vivo para o boi gordo em Pelotas, com referência de R$ 12,55 na região Oeste do Estado.
Já no levantamento da Emater/RS-Ascar, referente à semana de 14 a 18 de setembro, a média estadual ficou em R$ 12,44 por quilo vivo. Entre os municípios da nossa região aparecem R$ 13,00 em Arroio Grande e Jaguarão, R$ 12,25 em Pelotas e R$ 12,58 em Pinheiro Machado.
Outro destaque para o mercado gaúcho é a chegada do Indicador do Boi Datagro ao Rio Grande do Sul, ampliando a disponibilidade de referências específicas para a pecuária de corte do Estado. A iniciativa começou a coletar dados junto a produtores e frigoríficos gaúchos.
Para o nosso produtor da Região Sul, portanto, vale acompanhar não apenas a média estadual, mas também as referências das praças mais próximas, já que os valores podem apresentar diferenças entre os municípios.
Este foi o Mercado do Boi Gordo — informação que ajuda o produtor a tomar decisões no campo.

NOTÍCIA DO CAMPO
Excesso de chuva atrasa safra de morango na Região Sul do Rio Grande do Sul
O excesso de chuva e a falta de luminosidade estão atrasando o início da safra de morango em municípios da Região Sul do Rio Grande do Sul. Em Rio Grande, o acumulado de chuva em agosto passou dos 340 milímetros, favorecendo o excesso de umidade e o aparecimento de doenças fúngicas nas plantas. A Emater, porém, alerta que ainda é cedo para dimensionar possíveis perdas na produção.
Em Pelotas, que está entre os principais produtores de morango do Estado, o cenário também é de atenção. O município reúne cerca de 230 produtores, responsáveis pelo cultivo de aproximadamente 43,5 hectares, com expectativa de produção de 1,74 mil toneladas neste ano. Segundo a Emater, o excesso de umidade e a pouca presença de sol atrasaram o desenvolvimento das plantas e a maturação dos frutos.
A produção é realizada principalmente pela agricultura familiar, e mais de 90% dos morangos de Pelotas são destinados ao consumo in natura na própria região e em municípios próximos. Em Rio Grande, parte da produção também chega à alimentação escolar por meio do PNAE, além das feiras e da venda direta ao consumidor.
Para os produtores, a expectativa agora é que a melhora das condições de luminosidade e a redução da umidade permitam recuperar o desenvolvimento das lavouras ao longo das próximas semanas.

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